Dr. Azif reage a fala de Veneziano na CBN, critica desvalorização do Sertão e afirma que experiência de Nabor o credencia ao Senado


Em 14/01/2026

 



O prefeito de Itaporanga, Dr. Azif, reagiu com firmeza às declarações do senador Veneziano Vital do Rêgo, feitas em entrevista à rádio CBN, nas quais o parlamentar tentou reduzir a pré-candidatura do prefeito de Patos, Nabor Wanderley, ao Senado, associando-a ao cargo ocupado por seu filho em Brasília.

Para Azif, a fala não apenas ignora a trajetória administrativa de Nabor, como também desrespeita o voto popular e a autonomia política dos municípios do interior da Paraíba.

“Quando se tenta desqualificar uma pré-candidatura dessa forma, se desconsidera todo um histórico de gestão, aprovação popular e compromisso com os municípios. Nabor não é produto de circunstância, é fruto de trabalho, resultado e reconhecimento do povo de Patos”, afirmou o prefeito.

Dr. Azif destacou que governar uma cidade do porte de Patos exige capacidade administrativa, diálogo institucional e profundo conhecimento das demandas reais da população — atributos que, segundo ele, faltam a quem nunca precisou lidar diariamente com os desafios da gestão municipal.

“O Senado precisa de quem conhece a realidade do Sertão, de quem já esteve à frente de prefeitura, enfrentou dificuldades e sabe o que os municípios precisam para sobreviver e se desenvolver. Nabor reúne essas credenciais”, disse.

O prefeito de Itaporanga reforçou ainda que o interior paraibano não aceita mais ser tratado como espaço político secundário ou tutelado por decisões externas.

“O Sertão não pede favor. O Sertão vota, governa e constrói lideranças. E não vai aceitar que sua representação seja diminuída por conveniência política”, pontuou.

Por fim, Dr. Azif defendeu que o debate sobre 2026 seja feito com seriedade, respeito às regiões e valorização de quem tem serviço prestado.

“A Paraíba precisa elevar o nível do debate e respeitar a inteligência do eleitor. O futuro do Estado não se constrói desqualificando quem tem trabalho e legitimidade”, concluiu.

Ascom